JBS de Alta Floresta é condenada em R$ 1 milhão por negligenciar segurança de trabalhadores

A empresa foi acionada pelo MPT na Justiça do Trabalho por praticar dumping social e descumprir medidas de proteção contra incêndios e vazamentos de amônia

09/10/2015 - A pedido do Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT), a Justiça do Trabalho condenou a JBS S/A, dona das marcas Friboi e Seara, ao pagamento de um milhão de reais por expor a vida de 270 trabalhadores da unidade em Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. O valor refere-se à reparação pelo dano moral coletivo causado pela empresa e, ainda, pela prática de dumping social: diminuição dos custos de produção por meio da precarização da mão de obra, a fim de tornar-se mais competitiva no mercado.

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Bradesco é condenado em R$ 500 mil por obrigar empregados a transportar valores sem escolta

15/06/2015 - A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou, por unanimidade, recurso do Bradesco contra a decisão que o condenou ao pagamento de indenização de R$ 500 mil a título de indenização por danos morais coletivos, por exigir que empregados do setor administrativo transportassem valores sem escolta. Segundo a Turma, o valor tem caráter pedagógico e não pode ser considerado exorbitante, tendo em vista a condição econômica da instituição financeira.

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Após vazamento de amônia, setor do JBS de Alta Floresta é interditado

10/09/2014 - O Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso (MPT-MT) conseguiu na justiça a interdição do setor de desossa da unidade do JBS no município de Alta Floresta, a 800 km de Cuiabá. A liminar foi concedida na última segunda-feira (08), pela juíza Bruna Gusso Baggio, após um vazamento de amônia ter levado 17 empregados ao hospital da cidade na quinta-feira passada (04).

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Carvoaria de Tabaporã é interditada pela Justiça do Trabalho a pedido do MPT

29/08/2014 - A pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT) em Alta Floresta, justiça interditou totalmente, no início deste mês, a Carvoaria Barbosa, localizada na zona rural de Tabaporã, extremo norte de Mato Grosso. De acordo com o juiz que proferiu a decisão, Plínio Gevezier Podolan, da Vara do Trabalho de Juara, a intenção é evitar que a atividade nociva seja retomada ou perpetuada.

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